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No último dia 29 de abril, a zona sul de São Paulo foi palco de mais uma edição memorável da Festa do Alci, um dos eventos mais aguardados do cenário musical periférico paulistano. Com um público cativante, diverso e deslumbrante, a festa mais uma vez provou por que é referência quando o assunto é dar espaço à música periférica, especialmente ao funk, além de reunir artistas em uma celebração plural e potente.
A grande atração da noite foi MC Pipokinha, que não apenas incendiou o palco com sua performance enérgica, mas também aproveitou a atmosfera vibrante da festa para gravar cenas do seu mais novo videoclipe, levando o nome da Festa do Alci ainda mais longe nas redes e nas plataformas de streaming.
Com uma estrutura que mistura cultura de rua, arte independente e muito talento, a Festa do Alci se destaca por criar um espaço de visibilidade e valorização da cena local. Ao longo da noite, a nossa repórter Donatella Voggue esteve presente realizando entrevistas com o público e com os artistas, captando toda a emoção, estilo e autenticidade que fazem da festa um verdadeiro fenômeno cultural.
A edição de abril reforçou o compromisso do evento com a valorização da cultura da quebrada, dando voz e palco para artistas que carregam a essência da resistência e da criatividade em suas músicas. Além do funk, a programação contou com nomes de diversos gêneros, promovendo a mistura que é marca registrada da Festa do Alci.

Mais do que uma simples festa, o evento se consolida como um movimento de ocupação e transformação social através da arte, da música e da representatividade. Quem esteve lá sabe: a energia foi única — e já deixa o gostinho de quero mais para a próxima edição.
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