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O Brasil registrou aumento nos casos de feminicídio entre 2024 e 2025, evidenciando a persistência da violência contra mulheres e a necessidade de políticas públicas mais eficazes.
De acordo com dados recentes, em 2024 foram contabilizados cerca de 1.459 casos de feminicídio no país. Já em 2025, o número subiu para aproximadamente 1.568 vítimas, mantendo a média de quase quatro mulheres assassinadas por dia.
Quem estava nas principais cadeiras
Durante os dois anos, a presidência da República esteve sob comando de Luiz Inácio Lula da Silva.
No Congresso Nacional, a pauta dos direitos das mulheres passou por diferentes lideranças:
- 2024: a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher foi presidida pela deputada Ana Pimentel
- 2025: a presidência ficou com a deputada Lêda Borges
Já em 2026, houve mudança significativa com a eleição da deputada Erika Hilton, a primeira mulher trans a assumir o comando da comissão.
Comparativo entre 2024 e 2025
A análise dos dois anos mostra:
- Aumento no número de feminicídios
- Crescimento da taxa de violência letal contra mulheres
- Persistência de falhas estruturais na prevenção e proteção
Mesmo com políticas públicas em andamento, os dados indicam que as medidas adotadas não foram suficientes para conter o avanço dos crimes.
Novo cenário em 2026
Com Erika Hilton à frente da Comissão da Mulher, a expectativa é de uma atuação mais incisiva no enfrentamento à violência de gênero.
Entre as prioridades estão:
- fortalecimento de políticas de proteção
- ampliação do debate sobre feminicídio e transfeminicídio
- maior integração entre segurança pública e assistência social
A mudança de liderança ocorre em um momento crítico, em que o aumento dos casos nos anos anteriores pressiona por respostas mais firmes e resultados concretos na redução da violência contra mulheres no Brasil.
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