A periferia também é lugar de orgulho, de luta e de protagonismo. É com esse espírito que nasce a 1ª Parada Pela Diversidade Sexual da Parangaba e Territórios Periféricos, que será realizada nos dias 01 e 02 de maio de 2026, no Pólo de Lazer da Parangaba, ao lado do Terminal da Lagoa, em Fortaleza.

Mais do que um evento, a Parada representa um marco histórico para a população LGBTQIA+ dos territórios periféricos. Pela primeira vez, a diversidade ocupa de forma organizada, política e festiva um espaço central da periferia, reafirmando o direito de existir, resistir e celebrar.

A iniciativa é realizada pela Associação Parada Parangaba e Regiões Periféricas, com coordenação dos coletivos @lgbtsbonsucesso e @aliancalgbti, que vêm articulando e mobilizando a construção desse momento desde a base.

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Quando a periferia se organiza, a história muda

A construção da Parada é resultado de articulação coletiva, escuta e compromisso social. Em territórios onde muitas vezes faltam políticas públicas e acesso a direitos, organizar um evento LGBTQIA+ se torna um ato político de grande relevância.

Segundo a organização, cada etapa do processo é construída com esforço e responsabilidade. O objetivo não é apenas realizar uma Parada, mas garantir visibilidade, respeito e pertencimento à população LGBTQIA+ periférica.

A proposta vai além da celebração. Trata-se de fortalecer vínculos comunitários, promover inclusão e reafirmar que a periferia também produz cultura, resistência e transformação social.

@paulaamandareal
@paulaamandareal



Bastidores: quem sustenta o movimento

A organização iniciou uma série de divulgações para valorizar quem está nos bastidores da Parada. São pessoas que atuam diretamente na construção do evento e que representam a força coletiva do movimento.

Entre os nomes envolvidos estão:

@paulaamandareal
@elinarosacantora
@djisaalves78
@moreira_alice_23 e @flaviagastronoma
@amandapereira41
@dianinha29
@adv.luanahevila
@pollydesalto

Essas pessoas desempenham um papel fundamental na realização da Parada, contribuindo com trabalho, dedicação e engajamento. Além disso, a iniciativa também fortalece artistas e profissionais LGBTQIA+ da própria comunidade, ampliando visibilidade e oportunidades.

@pollydesalto
@pollydesalto



Entre avanços e desafios

Apesar dos avanços em direitos, a população LGBTQIA+ ainda enfrenta um cenário de violência e exclusão no Brasil. Dados de organizações como o Grupo Gay da Bahia indicam que o país segue entre os que mais registram mortes violentas de pessoas LGBTQIA+.

Travestis e mulheres trans estão entre as principais vítimas, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Além da violência física, o preconceito se manifesta no acesso limitado ao mercado de trabalho, na evasão escolar, na violência familiar e na dificuldade de acesso à saúde.

Nos territórios periféricos, esses desafios são ainda mais intensos, o que reforça a importância de iniciativas que promovam acolhimento, visibilidade e fortalecimento coletivo.

@djisaalves78
@djisaalves78



Cultura, resistência e pertencimento

A Parada da Parangaba se consolida como um espaço de afirmação política, cultural e social. Mais do que celebrar, o evento propõe ampliar o debate sobre direitos, combater o preconceito e fortalecer redes de apoio.

A ocupação dos espaços públicos com diversidade é, também, uma forma de reivindicar cidadania e reconhecimento.

Um convite à sociedade

A organização convida toda a população a participar e apoiar a iniciativa. A Parada é aberta a pessoas LGBTQIA+, aliados, famílias e toda a comunidade interessada em construir um espaço de respeito e convivência.

Local: Pólo de Lazer da Parangaba (ao lado do Terminal da Lagoa)
Data: 01 e 02 de maio de 2026

A proposta é que o evento seja um ponto de encontro entre cultura, cidadania e diversidade, fortalecendo o diálogo e o respeito às diferenças.

O início de um novo ciclo

A 1ª Parada Pela Diversidade Sexual da Parangaba marca o início de uma nova fase na luta LGBTQIA+ nos territórios periféricos de Fortaleza.

Mais do que um evento pontual, trata-se da construção de um movimento contínuo, baseado na coletividade, na resistência e na valorização das identidades.

A expectativa é que essa iniciativa abra caminhos para novas ações, políticas públicas e espaços de participação, consolidando a periferia como território de transformação social.

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