Esse sábado (29) foi marcada por emoção, representatividade e muita resistência no Largo do Arouche, onde aconteceu a 3ª Parada do Orgulho da Pessoa com Deficiência de São Paulo.

 

O evento, que já se consolida como um dos mais importantes no calendário da diversidade da cidade, reuniu um público fiel e engajado que fez questão de marcar presença para celebrar suas identidades e reivindicar direitos.

Publicidade
Publicidade

 

A Parada destacou a urgente necessidade de quebrar o capacitismo  preconceito e discriminação contra pessoas com deficiência e de promover uma inclusão verdadeira, que vá além dos discursos.

 

Com muita  música, depoimentos e muita energia, participantes lembraram que existir é um ato político. Para muitos, o simples fato de ocupar as ruas do centro da cidade já representa vitória diante de tantas barreiras sociais e estruturais.

 

A Parada mostrou, mais uma vez, que a interseccionalidade deve ser pauta permanente: não basta defender diversidade de gênero e orientação sexual sem incluir, de forma plena, as pessoas com deficiência que também fazem parte da comunidade.

 

O ambiente acolhedor trouxe histórias emocionantes de superação e resistência  de quem enfrenta diariamente a invisibilidade, a falta de acessibilidade e o preconceito. Ao mesmo tempo, reforçou que pessoas com deficiência não devem ser lembradas apenas pelas dificuldades, mas pela potência, talento e contribuição que oferecem em todos os espaços.

 

A 3ª Parada do Orgulho da Pessoa com Deficiência reafirmou que diversidade só existe quando todos podem participar, e que a luta pelos direitos humanos precisa ser coletiva. Em um país onde a exclusão ainda é realidade, eventos como esse surgem como farol de esperança e transformação.

 

Mais do que um ato, a Parada é um recado: ninguém solta a mão de ninguém especialmente quando a luta é por inclusão, dignidade e respeito

FONTE/CRÉDITOS: Mundo GTV