O que esperar deste documentário tão aguardado, e sobre um tema tão relevante? Se não for no mínimo empatia, solidariedade e acolhimento.

Empenhar-se na temática da dignidade feminina, tendo como chave principal o Projeto Madelana’s, sua história e seus trabalhos, e o testemunho de sua fundadora, Lúcia Amélia Aeberhardt.
 
O documentário abordará a questão  muito comum: o universo de mulheres que são violentadas, caluniadas , abusadas , desrespeitaras e assasinadas . Incluíndo as que saem  de seus países em busca de seus sonhos em países distantes.
 
A migração de brasileiros para o exterior tem crescido cada vez mais na última década. A mulher brasileira é uma das muitas pessoas incluídas dentre estes migrantes. Entretanto, dificuldades como preconceito, discriminação, xenofobia e assédio são encontradas frequentemente em seu cotidiano. Esses pontos cruciais serão trabalhados no documentário em conexão com a  missão do Madalena’s. 
 
LÚCIA Amélia Aeberhardt  relata que o documentário foi produzido porque ela entende que a sociedade precisa de alternativas de mudança e conscientização sobre a violência contra a mulher e também como forma de eternizar o jubileu de prata do Madalena’s. 

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25 anos ajudando a ajudar e salvando vidas .
A violência contra mulher inclue  o abuso e a exploração sexual - Precisamos falar sobre isso !  
Prestes a completar 57 anos Lúcia  Aeberhardt, principal protagonista no documentário que será lançado em breve , já passou por  muita coisa nessa vida. Em seu relato desabafa : “ Eu não posso compactuar com o tabu que o tema violência doméstica se tornou. Se ninguém quer falar sobre isso, eu então uso a minha história para trazê-lo à tona. Sofri vários episódios de agressões na minha vida. Há 25 anos presidindo o Madalena’s, uma projeto especializado em ajudar pessoas que sofrem esse tipo de brutalidade, cheguei à conclusão de que devemos abordar abertamente o tema como forma de alertar, informar e prevenir . 


Uma das formas que encontrei para fazer passar a mensagem é através das artes em toda sua forma de manifestação , como por exemplo a literatura , o teatro , fotografia , etc. 


há 25 anos quando comecei a falar sobre o tema a Lei Maria da Penha não existia . Só em 2006 entrou em vigor . 
Muitas mulheres não acreditaram em meus relatos , fui barrada de falar do tema nas igrejas . E outras pessoas falavam que eu estava querendo fama . Hoje, olho o caminho trilhado e observo com alegria toda evolução sobre a temática . Temos ainda muito o que fazer , mas esse  trabalho eu delego para as novas lúcias e Madalena’s que se levantaram . 
A luta continua !

FONTE/CRÉDITOS: Daniel Marx, Lúcia Amélia Aeberhardt